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terça-feira, 13 de agosto de 2013

Tireoide será verdade?

Que especialistas no assunto nos esclareçam!

É Importante comentar com todas as mulheres: nossas filhas, netas, sobrinhas, mães e milhares de amigas e amigos para que eles discutam com suas respectivas esposas.

"Na quarta-feira, o Dr. Oz fez um programa mostrando o porquê de o Cancro da tireóide se estar a expandir rapidamente entre as mulheres.

Ele referiu que possivelmente pode ser um resultado das radiografias dentárias e das mamografias.

No avental que protege os radiologistas odontológicos, há uma pequena pestana que pode ser levantada e encostada ao pescoço (cobrindo a glândula tireoide).

Normalmente não é usado. Há também um "protege-tireoide" para uso durante as mamografias... mas é necessário pedi-lo ao radiologista.

Agora vem o comentário: "ontem, coincidentemente, fui fazer uma mamografia e perguntei ao técnico pelo "protege-tireoide" e, completamente seguro de si, ele tirou-o de uma gaveta. Perguntei-lhe porque não o ofereceu espontaneamente, e ele respondeu: "Não sei, mas basta pedi-lo".

Agora eu pergunto-me, como é que eu me lembraria de o pedir, se não tivesse visto aquele programa?"

Fonte: e.mail recebido de Sueli, do grupo de discussão "Mensageiros" ligado ao Movimento Espírita.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Programa Viva Bem 29 Stress e qualidade de vida

Programa exibido de 21 a 29/05/13 na Rede TV In, canal 8 ou 99 da Net ou ao vivo pelo www.redetvin.com.br. Entrevista com Patricia Fagiani, psicóloga sobre stress e qualidade de vida. Além de dicas sobre saúde, moda, beleza, estética, qualidade de vida e orientações para ser feliz com Jane Barbosa


sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Dicas para evitar dores musculares



Para entender bem o que são dores musculares, a médica Julia Greve, fisiatra e professora da Faculdade de Medicina da USP, diz ser necessária a distinção fundamental entre as dores agudas e as crônicas. “O músculo é o órgão que protege a articulação. Cada vez que essa articulação é submetida a esforços, seja por traumas (pancadas ou batidas, por exemplo) seja por excesso físico, ele fica mais tenso, aumentando a intensidade da contração na região próxima à articulação, o que serve para protegê-la e, assim, ajudar na recuperação.” 

Quando a musculatura está contraída, pode haver a diminuição da circulação e diminuição do pH no local acometido, que são acompanhados por uma série de outras alterações locais e caracterizam um processo agudo que provoca dor. Para melhorar esse quadro, as medidas são relativamente simples: repouso da parte afetada, uso de relaxantes musculares, massagens ou banhos quentes. “Basicamente, é preciso relaxar e diminuir a pressão ou o esforço sobre a parte afetada”, ensina a médica fisiatra.

Cuidado com a postura errada

As dores musculares que vêm do mau uso do corpo ou de posturas erradas, no entanto, são mais complicadas. A manutenção das más posturas por longos períodos pode gerar uma dor crônica. “O indivíduo que faz movimentos repetitivos sem prestar atenção na forma como está usando o corpo é o que mais sofre com isso. Elas não são exatamente dores musculares, seriam mais um termômetro da forma como esse corpo é usado, ou seja, mesmo as tarefas do dia a dia nesse caso podem sobrecarregar os músculos gerando dor crônica”, explica a fisiatra. 

E elas acontecem mais frequentemente do que pensamos. As mais comuns nesses quadros são as dores do lado do pescoço, quadril e lombar. Outra causa também pode ser o hipotireoidismo, que costuma atacar mulheres que se avizinham da menopausa, gerando dores musculares e fadiga crônica. Carência de vitamina D por falta de exposição ao sol ou até o uso exagerado do filtro solar também está na lista de vilões. 

Para combater a dor crônica, o primeiro passo é prestar atenção no corpo, na postura e na forma de realizar os movimentos. Fundamental mesmo é o exercício físico, pois uma musculatura mais forte pode proteger até quem passa horas diante de um computador sem atentar aos defeitos posturais. Alongamento e exercícios de flexibilidade ao lado dos de força também são recomendados.

Bom sono é essencial

“Durante o sono, o metabolismo celular baixa e a musculatura relaxa completamente, dando tempo para que as estruturas se restabeleçam. Quem não tem repouso adequado já começa cansado, e o quadro de dor vai piorar durante o dia”, alerta a Dra. Julia. Outra dica é a avaliação de eventuais carências hormonais ou nutricionais que podem piorar ou até ocasionar a situação.

Importante

Procure repousar bem, com horas suficientes de sono, e atenção ao travesseiro e ao colchão.

Faça exercícios físicos sempre, muito atenta à postura e sem esquecer de se alongar.

Se você abusou ou se machucou, nada de forçar os músculos. Descanse a parte afetada e respeite as ordens médicas.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Exagerou? Reponha a energia



Quem dormiu menos horas do que estava acostumada ou se excedeu na comida ou na ginástica pelo menos uma vez na vida já deve ter percebido o quanto o rendimento despenca no dia seguinte. Isso sem falar nos bocejos constantes, no desânimo e na dificuldade de concentração. “Isso acontece porque o funcionamento do organismo foi alterado”, resume o endocrinologista Felipe Gaia Duarte, consultor do laboratório SalomãoZoppi Diagnósticos e membro do serviço de endocrinologia oncológica do Hospital A.C. Camargo. 

Segundo ele, dormir bem é essencial para quem deseja esbanjar disposição física e mental. A explicação é que é durante o sono que o corpo repõe as energias gastas ao longo do dia, organiza o aprendizado, armazena as informações no cérebro e libera o hormônio de crescimento, que é responsável pela renovação celular. “É por essa razão que quem abre mão do sono frequentemente para trabalhar até mais tarde ou ir para a balada, por exemplo, está sujeito a ter uma fadiga mental que pode, inclusive, acabar prejudicando o desempenho profissional”, alerta o médico. 

A alimentação é outra que interfere diretamente na sua energia

“Comer pratos ricos em gordura ou açúcar e exagerar na quantidade dificulta a digestão e, consequentemente, exige mais do organismo para realizar esse processo. Daí a explicação para ficarmos sonolentos depois de devorar uma feijoada”, diz o endocrinologista. O mesmo pode acontecer se você extrapolar na ginástica. Nesse caso, o motivo é que o esforço físico em excesso interfere na imunidade, dando abertura para os micro-organismos agirem, o que pode resultar numa gripe. Daí, a queda na energia é certa!

Para que nada abale sua disposição, o médico conta que você só precisa ficar atenta a alguns pequenos detalhes no dia a dia, como: respeitar os limites do seu corpo, especialmente na ginástica; ir para a cama sempre no mesmo horário, inclusive nos fins de semana; evitar ingerir alimentos pesados e bebidas alcoólicas ou com cafeína após as 20 horas; não levar trabalho para casa; aproveitar os dias de folga e as horas vagas para fazer coisas agradáveis e relaxantes; dar preferência para frutas, verduras, legumes e carnes magras e comer pequenas porções a cada três ou quatro horas. 

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

O que é Qualidade de vida?

Qualidade de vida é o método usado para medir as condições de vida de um ser humano, esse método envolve o bem físico, mental, psicológico e emocional, relacionamentos sociais, como família e amigos e também saúde, educação e outras circunstâncias da vida.

A Qualidade de Vida é medida pela Organização Mundial da Saúde, que desenvolveu um questionário para aferir a qualidade de vida. Esse questionário é composto por seis domínios: o físico, o psicológico, o do nível de independência, o das relações sociais, o do meio ambiente e o dos aspectos religiosos.

O IDH - Índice de Desenvolvimento Humano é um modo de medir a qualidade de vida nos países, comparando riqueza, alfabetização, educação, esperança média de vida, natalidade e outros fatores, é uma maneira de avaliação e medida do bem-estar de uma população.

Qualidade de vida foi um conceito criado pelo economista J.K. Galbraith, em 1958, que veicula uma visão diferente das prioridades e efeitos dos objetivos econômicos de tipo quantitativo. De acordo com este conceito, as metas político-econômicas e sociais não deveriam ser perspetivadas tanto em termos de crescimento econômico quantitativo e de crescimento material do nível de vida, mas sim de melhoria em termos qualitativos das condições de vida dos homens. Isso só seria possível através de um melhor desenvolvimento de infraestrutura social, ligado à supressão das disparidades, tanto regionais como sociais, à defesa e conservação do meio ambiente, etc.

Geralmente, saúde e qualidade de vida são dois temas muito relacionados, uma vez que a saúde contribui para melhorar a qualidade de vida dos indivíduos e esta é fundamental para que um indivíduo ou comunidade tenha saúde. Mas, não significa apenas saúde física e mental, mas sim que essas pessoas estejam bem consigo mesmo, com a vida, com as pessoas que os cercam, enfim, ter qualidade de vida é estar em equilíbrio.

Para garantir uma boa qualidade de vida, deve-se ter hábitos saudáveis, cuidar bem do corpo, ter uma alimentação equilibrada, relacionamentos saudáveis, ter tempo para lazer e vários outros hábitos que façam o indivíduo se sentir bem, que tragam boas consequências, como usar o humor para lidar com situações de stress, definir objetivos de vida e fazem com que a pessoa sinta que tem controle sobre sua própria vida.

Qualidade de vida é diferente de padrão de vida, e muitas pessoas confundem os termos. Padrão de vida é uma medida que quantifica a qualidade e quantidade de bens e serviços disponíveis.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Internet: até onde vai a liberdade?



Se você já passou dos 30, provavelmente se lembra de uma infância bem diferente da que presenciamos hoje. Naquela época se brincava até tarde com a molecada na rua ou no parque, até ouvir os gritos da mãe chamando... Nada de computadores, tablets e celulares. A vida era mais simples, mas não necessariamente melhor ou pior. A internet é fascinante, um novo mundo que se abre ao nosso alcance, sem precisar sair de casa, imagine aos olhos de uma criança! Se bem usada, é uma ferramenta extraordinária, mas até onde essa liberdade pode ir? “A partir do momento em que a família decide presentear o filho com um equipamento tecnológico, deve estar ciente dos riscos que isso pode ocasionar, mas também da maneira como orientar e auxiliá-lo”, explica Sula de Borba, psicóloga especialista em infância e adolescência, em Camboriú, SC. 

Estabeleça limites

Crianças e adolescentes precisam de limites, na web não é diferente. “Os pais devem controlar a internet e evitar que ela controle seus filhos, defina suas rotinas ou influencie suas atitudes. Começar estabelecendo horários de acesso diariamente é uma forma eficaz de evitar a dependência perante a rede. A instalação de programas antivírus e conteúdos adequados com a idade de seus filhos também diminui o risco de envolvimento pela internet”, orienta a psicóloga.

Converse bastante

Mantenha sempre o diálogo aberto em casa, oriente seu filho sobre os perigos que ele pode encontrar no ambiente virtual, ensine-o a se proteger e mantenha a vigilância. Conhecer as senhas de redes sociais e e-mails dos filhos é uma questão de segurança, e elas devem ser usadas apenas quando julgar necessário. Quando seu filho sai, você não pergunta com quem vai sair, onde vai e a que horas volta?

Entretanto, muitos adolescentes não aceitam o controle dos pais, e a senha vira uma fonte de desavenças. “O grau de confiança dos pais em relação aos filhos depende exclusivamente da segurança com que estes agem frente à tecnologia. Ou seja, se seu filho age corretamente, estipula seus próprios horários e percebe as influências exercidas pela internet, ele está apto a frequentá-la de maneira saudável, sem que os pais precisem intervir nessa relação, não necessitando do controle das senhas. Caso contrário, é necessário um bom diálogo, em que os riscos deverão ser mostrados e a tolerância deverá ser respeitada em ambos os lados, até que se chegue a um acordo”, opina Sula. 

Cuidado nas redes sociais

É cada vez mais comum o acesso às redes sociais por crianças. Aparentemente algo inofensivo, mas que exige atenção redobrada. Converse com seu filho e oriente-o sobre os perigos para ele e toda a família. Os mesmos cuidados que temos no dia a dia devem ser adotados na internet. A psicóloga adverte que pequenas ferramentas, como identificar os lugares frequentados, pessoas com quem seu filho mantém contato e opções que ele “curte” podem ser chamariz para bandidos. “Ensine-o a evitar a exposição excessiva nas redes sociais, adicionando e mantendo contato apenas com pessoas próximas e restringir ao máximo o acesso às fotos e informações pessoais”.

Conheça seus amigos

O cyberbullying é cada vez mais comum, especialmente entre adolescentes. Conhecer bem os relacionamentos dos filhos e manter um diálogo aberto, ensinando-o a se portar corretamente no mundo virtual ajuda a evitar essa situação. “A internet é um ambiente virtual onde o indivíduo pode assumir diferentes papéis e consequentemente diferentes identidades. Essa passagem de um ambiente para o outro pode ocasionar uma mudança no comportamento emocional. 

Sendo assim, a internet pode abrir um campo de oportunidades a ele, e a escolha de alguns caminhos, sejam eles bons ou ruins”, diz a psicóloga. Ensine seu filho desde cedo a pôr-se no lugar do outro, a não fazer com os outros o que não gostaria que fizessem com ele. E fique atenta a mudanças de comportamento como isolamento, crises de choro e reações exageradas de raiva, que podem ser sinal de que algo está errado.

Atualize-se

Não é raro os filhos conhecerem mais do mundo virtual do que os próprios pais. Mesmo que essa não seja a sua “praia”, mantenha-se atualizada e conheça o ambiente em que ele está inserido. 

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Cuidados com a pele depois dos 40



Essa é para quem está próximo ou já chegou ao time dos ‘enta’: depois dos 40 anos a pele entrega – dedo-dura mesmo! – quem é que se protegeu ou abusou do sol ao longo da vida, se preocupou em remover a maquiagem antes de dormir, fumou, usou cosméticos adequados e até se alimentou direito. “É que todos esses fatores, além da genética, contribuem para que o rosto fique mais ou menos manchado e flácido com o passar do tempo”, explica a dermatologista Ana Carolina Amaral, professora do setor de cosmiatria da pós-graduação da Santa Casa da Misericórdia.

Se já não bastasse isso, após os 40 anos a mulher ainda tem que encarar o climatério, período que antecede a menopausa e que tem como marca registrada as alterações hormonais – nos consultórios dermatológicos isso é traduzido por perda da elasticidade da pele, ressecamento e surgimento de manchas e rugas. 

Soluções à vista

Apesar desse cenário, não é preciso jogar a toalha. É que a indústria de beleza lança, diariamente, cosméticos e ativos que vão justamente contra essa corrente, ou seja, estimulam e regeneram as fibras de sustentação da pele, devolvem o brilho e clareiam as marcas escuras. Além disso, há os nutricosméticos, que combatem os radicais livres e auxiliam na produção de colágeno e elastina com um mix de vitamina C, luteína, entre outros antioxidantes. 

Você sabe lidar bem com o seu dinheiro?



Você acha que a forma como as pessoas gastam ou guardam o dinheiro tem relação com a autoestima?

Total. Eu diria que não é nem em relação à forma com que as pessoas guardam o dinheiro, mas, sim, à forma com que gastam o dinheiro. O brasileiro é, em geral, independente da classesocial, e por não ter educação financeira (isso vale para homens e mulheres), tende a assumir gastos ou exagerar naqueles gastos chamados de burocráticos, tais como: plano de saúde, carro, casa, escola. Nós adotamos primeiro o padrão de vida que é basicamente estrutural e, se der, ou quando der, pensaremos em poupança ou lazer e bem-estar. O que acontece daí, durante uma boa parte do ano, é que a gente vive naquela rotina de acordar, trabalhar e pagar contas, enfim, de uma vida burocrática, e quando sobra um dinheiro, vai para o lazer, pois ele não faz parte da rotina das pessoas. 

Quando entra um 13º salário, eventualmente o lazer acontece, mas quando o brasileiro se propõe a fazer uma atividade de bem-estar, antes vem certo sentimento represado, um desejo de realizar vontades que vêm se acumulando, então surge a compulsão: comprar mais do que deveria, comprar roupas, comprar o que eu não comprei nos últimos meses, e já que comprar é uma cosia tão rara, vou adiantar e comprar um pouquinho mais.

E então o consumo acaba acontecendo em picos: compro em um determinado mês, parcelo em oito vezes e me obrigo a não comprar mais durante esses meses. Isso é ruim tanto para a pessoa como para o comércio, que também acaba funcionando em picos. 

Nestes casos, o que seria mais saudável fazer? 

Seria fazer uma espécie de autoanálise, autoconhecimento, conversar mais sobre vontades e sonhos, é isso que eu abordo no livro Casais inteligentes enriquecem juntos. Se a pessoa tiver uma noção mais clara do que faz bem, ela pode garantir uma verba regular para aquilo que faz bem. Por exemplo, se estar na moda me faz bem, eu vou gastar uns 200 ou 300 reais por mês para estar na moda, mas se necessariamente eu gasto mais com esse item, tenho que diminuir os demais itens, comprar um carro um pouco mais barato, uma casa mais simples. Entendendo que uma vida mais simples é a lição para uma vida mais rica. 

Essa pessoa que gastar mais com aquilo que lhe fizer bem certamente é uma pessoa que estará psicologicamente melhor. Estará com a autoestima equilibrada, trabalhará melhor, terá a probabilidade de aumentar sua renda na vida, pois vai viver de forma mais prazerosa.

E como lidar com o parceiro que ganha menos? Pois hoje sabemos que muitos lares brasileiros são chefiados por mulheres.

Na verdade, a questão pode até soar como desafiadora, porque é normal as mulheres viverem com parceiros que ganham mais. A abordagem que eu tenho no meu trabalho é de que pouco importa quem ganha mais, o mais importante não é só o casal ter um papo aberto sobre dinheiro, mas, principalmente, batalhar para que a renda da família seja a melhor e a maior possível. 

Qual seria a prioridade de um casal para crescerem juntos?

A prioridade é continuamente discutir uma estratégia de carreira não dos indivíduos, mas da família, como ter sempre um plano “B”. Exemplo: caso minha esposa seja convidada para trabalhar na Europa. Será bom para a família? Será bom para o homem assumir o papel de dono da casa por certo tempo? Assumir um trabalho temporário por certo tempo? Discutir essa estratégia é importante pois, quando surgir a oportunidade, normalmente ela vem carregada de sentimentos, a promoção, o momento da carreira, e é importante que o casal esteja preparado.

Quando se discute desta forma, em que ambos estão batalhando a renda da família, fica muito mais fácil lidar com situações que são muito comuns. Outro exemplo: ele perder o emprego e ela ter que assumir o papel de provedora, ou ela ter que se afastar do trabalho por quatro meses para amamentar um filho e ele assumir o papel de provedor. Nos casais antigos, ao negociar para dividir contas existe uma pressão incrível para que a mulher volte ao trabalho mesmo que queira amamentar, e uma pressão também para que o homem arrume um trabalho o quanto antes, mesmo que esteja difícil. Neste sentido, o relacionamento passa a ser mais uma competição do que uma união. 

O planejamento do casal é um só, e ambos têm que trabalhar para que essa renda e esse bem-estar sejam comuns ao longo da vida.

Você acha que é possível se reeducar financeiramente num mundo voltado para o consumo?

É possível, mas é um desafio. Nós estamos falando de um casal que tem que achar um tempo na agenda para estar junto, não só simplesmente para curtir a vida, mas para conversar, tomar um vinho, mas esse vinho tem que ser um momento para conversar como está o relacionamento, se está legal, se estão alcançando os sonhos que queriam. 
Começar do nada é difícil, agora, se o casal já discute planos da família e dos indivíduos, dele e dela, é muito mais fácil sentar e ver se os planos estão acontecendo ou não. Então é legal em algum momento o casal sentar e falar: “Vamos bater um papo sobre os nossos sonhos: o que está faltando na vida para você e para mim?” E quando se fala em sonhos, naturalmente caímos na ideia de obstáculos para estes sonhos acontecerem, e aí a gente encontra os elementos de força deste casal, e o tem que fazer para que mais sonhos se realizem. Não só os da família, como também dos indivíduos. 

E quanto àquelas pessoas que são consumistas compulsivas, as chamadas “overspending”? O que é possível fazer nestes casos?

Os próprios psicólogos dizem que o consumo compulsivo é realmente patológico e demanda acompanhamento de terapia em 8% a 10% dos casos. Eu vejo que o restante dos 90% dos casos pelo menos é uma simples questão de desorganização pessoal, a pessoa gosta de se cuidar, gosta de jantar fora, praticar um esporte, e não garante verba para isso, então é óbvio que ela vai acumular compunção, ela vai de certa forma desenvolver um sentimento de desconforto e incômodo em relação à proibição de não poder ser “feliz”. 

O que as pessoas devem entender é que na hora de escolher um estilo de vida, que se decide casar, ter filhos, antes de escolher a casa que irá ter, é muito mais importante definir o bairro em que irá morar, quanto custaria a qualidade de vida, academia que se quer fazer, a ida ao shopping, visitar a família, receber amigos, e isso pode ser muito para algumas pessoas. E, se custa muito, essas pessoas têm que ter estrutura funcional, um custo de manutenção na vida mais simples, mais barato.

Os preços dos imóveis de um modo geral subiram muito. E como fica a realização de muitos brasileiros em conquistar a casa própria? 

Qualquer sonho, não importa se é carro, casa ou viagem, pode ser realizado com dois elementos: com dinheiro e ou com criatividade. Pois, quanto mais criatividade se tem, menos do dinheiro precisamos. Existe a lógica: os imóveis estão realmente muito caros, mas existem aqueles mais antigos, que, de repente, pagando bem menos com uma reforma, é possível criar um clima vintage, resgatar um estilo antigo de viver. Quanto mais eu buscar aquilo que está na moda – e o padrão é de três dormitórios, com clube embaixo, com quatro vagas na garagem – mais eu vou entrar no preço da moda, que é um preço absurdo. Então é questão de ter uma postura mais criativa, e isso vale para meio de transporte também, eu vejo as pessoas falando: como é que eu vou ter um carro de 30 mil, caramba? Tem carro de 3 mil que você pode reformar com mais 6 ou 7 mil reais e ter um carro fashion, com algo diferente. Depende muito da postura em relação à sua consciência de consumo.                       

E como podemos lidar com a chegada da aposentadoria? Como devemos nos preparar para esse momento? Caso a pessoa tenha o próprio negócio, ou mesmo quando for CLT?

Independentemente de a pessoa ter tido o próprio negócio ou não, ou ter sido empregada, ela tem que entender que se tem um negócio próprio e se esse negócio parar quando ela tirar férias, ela é empregada do mesmo jeito, empregada dela mesma. O dinheiro não entra se a pessoa não trabalhar, então temos que encontrar meios de nos tornarmos financeiramente independentes. Existem dois raciocínios em relação à aposentadoria: um é o raciocínio “arroz e feijão”, que é poupar aproximadamente 10% do que ganhamos ao longo de toda uma carreira de 35 anos, criar um patrimônio que garantirá a média que se teve durante a carreira. Então essa é a regra básica de aposentadoria. Existe outra visão, da qual eu gosto mais, que é você entender que não precisa se aposentar. Por exemplo: você trabalha numa carreira que é desgastante, que toma muito sua agenda, que exige certa pressão, demanda muito estresse, e por isso talvez você queira largá-la e, então, fará um pé de meia para mudar de carreira lá na frente: montar um estúdio de arquitetura, trabalhar com arte, ser consultor, dar aulas...

E a perspectiva de vida aumentou muito também, certo?

Mais do que o custo de vida ter aumentado, o tempo de vida aumentou. Antigamente, as pessoas pensavam em se aposentar com 60 e 65 anos, mas elas não contavam com pouco mais de cinco ou dez anos de vida. Hoje, quem se aposenta com essa idade corre o risco de viver outros 30 ou 35 anos. O que eu considero aposentadoria é o modelo de ideia... vamos chamar de aposentadoria “Oscar Niemeyer”, que trabalha desde a década de 50, mas que continua produzindo até hoje, nos seus 103 anos de idade. Isso acontece porque ele faz o que gosta, ele sente que agrega valor ao mundo, é premiado porque é apaixonado pelo que faz, e quanto mais a pessoa gosta da carreira dela, menos perto da aposentadoria ela estará.

Carreira e amor: dá pra ser feliz nos dois?


Joyce
1- Por que não estamos conseguindo equilibrar vida profissional e pessoal?

Porque a balança de sonhos, obrigações, planosestá pendendo, hoje, mais para o lado profissional do que pessoal. Tanto que numa pesquisa que coordenei, as 200 mulheres de perfil inovador selecionadas só sabiam responder sobre carreira, carreira, carreira, diante da pergunta "Qual é o seu sonho?".
No passado, as mulheres queriam sair de casa e contribuir profissionalmente para a sociedade e para elas mesmas (com a realização profissional). Agora, elas não conseguem no dia a dia sair do escritório ou outro local de trabalho e voltar para casa, cuidar um pouco do seu lar, das suas relações pessoais, de si mesmas. Nos últimos 20 anos, principalmente, avançamos muito no âmbito profissional, ocupamos o nosso espaço. Agora o grandedesafio é o de reorganizar a vida pessoal. 

2-  Dê algumas dicas para esse equilíbrio acontecer. 

Em primeiro lugar, essa é uma tarefa individual. Cada à mulher tomar atitudes para melhorar a sua balança entre trabalho e vida pessoal. No meu livro MULHERES DE SUCESSO QUEREM PODER... AMAR (Editora Gente) eu discuto seis mudanças de atitude que ajudam nesse desafio atual:

2.1 largar a capa de mulher maravilha e agir como uma mulher adulta
. Ou seja, parar de achar que só ela pode fazer tudo bem-feito, reduzir a mania de perfeição, agir diante do amor como uma mulher adulta, e não uma adolescente que ainda busca o príncipe encantado sem defeitos e com um castelo de riquezas

2.2 Decifrar o homem de hoje. Ele também vive um período de transição e as referências de pai e avô não lhe serve mais. 

2.3 Redimensionar seus planos de vida para caber amor nela. Somos incentivadas a traçar plano de carreira, mas o ideal é traçar plano de vida, em que você coloca seus desejos profissionais e pessoais. Isso ajuda a conciliar. 

2.4. Achar tempo e energia. Esses são os principais problemas atualmente. Mas é preciso se esforçar para abrir tempo na agenda para se divertir, namorar, recarregar as energias. E tem mais: quem tem vida pessoal, tem vida amorosa e sexual, produz melhor profissionalmente. 

2.5 Cultivar o desejo.  
A vida está tão pesada para a mullher que ela pode deixar de lado sua feminilidade, sua sensualidade e suas necessidades/vontades de mulher.  Fique atenta a isso!

2.6 Criar vínculo e cumplicidade com o parceiro de modo que um também colabore com a carreira do outro. O casal deve ser parceiro, e não competir. Juntar forças, sonhos, ideias de como se pode viver melhor.

3- Como as mulheres que colocaram a vida profissional em primeiro plano e deixaram a amorosa de lado estão lidando com isso?

A palavra-chave para esta pergunta é: escolha. Fazemos escolhas o tempo inteiro. E elas implicam perdas e ganhos. Ter consciência disso é fundamental para que a gente não veja tantas mulheres que jogaram todas as fichas no emprego se sentindo frustradas porque não sobrou nada além do cartão de visitas depois que a carreira passou. 
Como jornalista, já entrevistei mulheres que escolheram focar na carreira e estão bem. Mas entrevistei e entrevisto muito mais mulheres que querem outras coisas também, como casar e ter filhos, e ficam adiando, adiando... Por medo de não conseguirem conciliar as coisas. Eu defendo que é possível conciliar. Não é fácil, mas é possível. E vale a pena encarar o desafio. Ter sucesso profissional é maravilhoso, mas não me adianta se eu não tiver companhia para tomar um vinho na sexta à noite, por exemplo. Amo minha profissão, amo também o meu marido (que é um companheirão) e amo também ser mãe. 
Fico preocupada com a ilusão criada pela medicina de que a mulher pode ser mãe a qualquer hora. Não é bem assim. E não se descongelam filhos como se descongela lasanha. Se há o desejo de ser mãe, aconselho trabalhar bastante, mas achar tempo e energia para paquerar, namorar, fertilizar, ter um filho. Muitas mulheres conseguem, por que você não conseguirá? A vida é sua, a rédea está na sua mão, e não na do seu patrão, do seu cliente exigente...

4- Você sente que as mulheres estão apenas com foco nas suas carreiras ou buscam ser empreendedoras – terem seu próprio negócio?

Entre os empreendedores, os números mostram, as mulheres são maioria. Um dos motivos é que o negócio próprio facilita a conciliação entre trabalho e vida pessoal. Mas não é só isso. As mulheres têm inteligência, garra, facilidade para comandar equipes, criatividade, capacidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo, empatia... Características bem-vindas aos empreendedores. É uma saída para muitas profissionais incríveis que não conseguem um mínimo de flexibilidade dentro das empresas. E aí as empresas perdem talentos por não oferecerem essa flexibilidade, por não compreenderem que precisam ajudar suas funcionárias a equilibrar trabalho e vida pessoal. Felizmente algumas empresas mais modernas estão "acordando" para essa questão. Trata-se de uma questão social, de sustentabilidade da nossa sociedade. Imagine só se a grande maioria das mulheres não tiver mais filhos porque não consegue conciliá-los com o trabalho? 

5- "Os homens têm medo de mulheres independentes". Mito ou verdade?

Verdade. Principalmente daquelas que gritam, só dão ordens, tratam os homens bem mal, como se eles fossem funcionários. Até eu tenho medo dessas... Falando sério, os homens andam reclamando que estamos muito mandonas. E fazemos isso porque gostamos de mandar e também porque temos de ser tão assertivas no trabalho para impormos respeito que temos dificuldade de fazer o corte quando entramos em casa. Além disso, há homens culturalmente mais machistas, que têm dificuldade de aceitar essa independência. Mas os mais jovens já aceitam melhor. E não tem outro jeito. Eles terão que se acostumar. Para ajudar nesse processo, podemos controlar nosso lado mandão e tratá-los como parceiros, e não de forma negativa, olhando de cima para baixo, não é?

6- Estamos cada vez mais agressivas (no sentido da personalidade) por conviver em ambientes masculinos. Como lidar com isso?

Falava disso na resposta anterior. Cabe ficarmos atentas ao nosso comportamento e buscar formas de controlar tanta agressividade (que é mais útil na carreira do que na vida pessoal). Uma vez meu marido me disse, sentado no sofá ao lado do nosso filho: "Joyce, já reparou que você está entrando em casa às 9 da noite, pisando firme e olhando para nós como se fosse passar uma matéria para escrevermos?". Ele tinha total razão. E que bom que temos abertura para que ele pudesse se expressar e puxar a minha orelha. Daí em diante, resgatei um hábito que faz meu cérebro lembrar que não estou mais na redação da revista: dou um beijo na boca dele, bem dado, e um beijo no rosto do meu filho. Outro hábito que me ajuda a controlar a agressividade é fazer acupuntura. Lá eu desabafo, reequilibro as energias, cuido da saúde física e mental. Caminhar na praia, nos fins de semana, também alivia minhas tensões. 

7 - E quando o homem ganha menos no casamento? Como lidar com isso sem ficarmos autoritárias?

Em todas as entrevistas que tenho dado, desde que lancei meu livro, essa questão aparece. Sinal de que é nesse ponto que, digamos, o “bicho pega”. Os homens ainda estão se acostumando com essa realidade, e as mulheres também. Agora, a forma como essa mulher que ganha mais encara o dinheiro é fundamental. Se ela encara o dinheiro como um fim, o relacionamento dela ficará difícil de perdurar. Se ela encara como meio de o casal realizar sonhos, planos, que não se encerram no terreno financeiro, fica mais tranquilo lidar com a situação. Na fase em que escrevia o livro, me preocupava que os holofotes virassem muito para o meu lado e meu marido se sentisse incomodado, renegado. Aí, preocupada com meu relacionamento, o incentivei a criar um site para expor seu trabalho como jornalista/economista especializado em estudos setoriais. Na época do lançamento do meu livro, abrimos um espumante para comemorar dois feitos: meu livro e o site dele. Não sou mais do que ele só porque posso em algum momento obter mais sucesso. Ele sabe disso, eu o admiro profissionalmente, e ele me admira profissionalmente.

8- Você acha que esse ritmo alucinante profissional das pessoas tende a diminuir ou não tem volta?

Vivemos em tempos de mudanças rápidas, de dinamismo, aceleração, informação em excesso, cortes e enxugamentos nas empresas em nome da competitividade, tantos estímulos digitais... Isso não mudará. Mas muitas mulheres começam a perceber que a emancipação feminina trouxe vitórias e também um mundo de cobranças e obrigações. Ou seja, ela não está causando a felicidade que se imaginava. Vamos voltar sete casas? Não. Vamos trazer o pêndulo para o meio, para o equilíbrio, assim poderemos desfrutar de vários momentos alegres que apenas o sucesso profissional não é capaz de dar para a maioria. 

9- Fale três inimigos do relacionamento. E três aliados.

Vou eleger como inimigos do relacionamento: a intolerância (briga construtiva sim, mas aquela em que os dois brigam por brigar só mina o amor), a ansiedade de desempenho no sexo (quando vira competição, os dois se sentem pressionados a dar um show) e a falta de tempo para o relacionamento (há casais que mal se encontram, e quando se encontram só falam de problemas...).
Três bons aliados: a empatia (se eu me coloco no lugar do outro, é mais fácil fazer acordos), o bom humor (casais que riem juntos ficam juntos), sexo lúdico (em que os dois se divertem, trocam carinhos, mantêm-se atraentes um ao outro). 

10- Por que as mulheres desenvolveram tanto lado mental, mas não o emocional. O homem continua sendo o centro do universo de muitas delas.

O homem ainda é o que nós, mulheres, temos, sem ser de lata e com um coração batendo. Eu gosto dos homens, tenho dois em casa. Você fala sobre as mulheres que pensam serem felizes somente depois de achar sua metade da laranja? Esse pensamento está atrasado, claro. Mesmo porque é um desafio tão grande chegar a 16 anos de casamento, como é o meu caso, que eu digo no livro: hoje, o amor é um encontro de inteiros, e não mais de metades que se complementam. Os dois precisam querer muito que o relacionamento dê certo, precisam investir tempo e energia, precisam ter a coragem e a persistência de insistir nesse amor, em vez de fugir dele e se separar tão facilmente diante do primeiro conflito. Não prego insistir num amor tóxico, mas também não desistir diante do primeiro obstáculo, achando que você aperta um botão e vem um amor pronto. Amor é construção. 

11 – A maternidade cada vez mais adiada em detrimento da carreira. Como fica a cabeça desta mulher, com tantos paradoxos? 
 
Como disse, o relógio biológico "grita". É uma escolha, e pode acontecer na paralela da carreira. Agora, se eu nunca paro de ler relatórios para ir paquerar, namorar, casar, chego aos 40 anos aflita porque preciso ser mãe a qualquer preço. E meus óvulos já não são jovens... E estou no auge da carreira... E acho que não posso realizar o sonho da maternidade porque meu chefe não quer. Isso tudo é para pirar a cabeça da mulher. Vamos agir como mulheres adultas e responsáveis pela própria vida?
A pergunta essencial é: o que eu quero? O que vai me fazer feliz? E ter coragem de bancar os próprios sonhos. Uma ótima profissional vai conseguir prosseguir na carreira, nesse emprego ou em outro, sem que a maternidade arruíne tudo. E ter um filho com um pai bacana, que você ame, do seu lado, é a melhor das opções. Eu, pelo menos, experimento isso na minha vida. Tive muita dificuldade para engravidar, quase morri próximo do parto, e meu marido estava ao meu lado, me dando força, dividindo as dores e alegrias. Sou muito grata a ele por tanta força que me dá na vida pessoal e profissional. E sei que é recíproco. 

sábado, 3 de agosto de 2013

Globo Repórter, Saúde e Qualidade de Vida

Assistam essa matéria do Globo Repórter, muito boa !


Comemorando 35 anos de Globo Repórter, a maioria dos brasileiros escolheu como tema a reportagem: Saúde e Qualidade de Vida


Seu filho está infeliz com o corpo?




Da próxima vez que seu filho adolescente reclamar do corpo, aproveite! Sim, aproveite a deixa para incentivá-lo a fazer exercício físico e acompanhamento médico, nutricional ou até mesmo psicológico, se houver necessidade. “Às vezes, isso se faz necessário para ensiná-lo a administrar a ansiedade, avaliar o nível de insatisfação que tem com o próprio físico e ajudá-lo para que isso não gere outros problemas”, diz o psicólogo Eduardo Coutinho Lopes, da clínica BeSlim, do Rio de Janeiro. 

Segundo ele, outra forma de os pais ajudarem é colocando metas de emagrecimento. “Os jovens adoram e respondem bem a esse tipo de estímulo. Só não vale sugerir perdas muito grandes, como cinco quilos de um dia para outro. O ideal é que a cada conquista seja lançado um novo objetivo”, ensina o especialista, que recomenda ainda que os pais tenham uma dose extra de paciência com o jovem. “Gosto de lembrá-los de que as mudanças hormonais que ocorrem nessa fase podem gerar angústias. Some a isso o bullying que alguns sofrem por conta do excesso de peso e está explicado o porquê da baixa autoestima”, diz Eduardo Coutinho Lopes.

Por último, o especialista sugere elogiar e dar estímulos positivos, como o perfume que o filho tanto quer ou o estojo de sombras que a filha sonha há tempos, quando o emagrecimento for atingido.