terça-feira, 13 de agosto de 2013
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Programa Viva Bem 29 Stress e qualidade de vida
Programa exibido de 21 a 29/05/13 na Rede TV In, canal 8 ou 99 da Net ou ao vivo pelo www.redetvin.com.br. Entrevista com Patricia Fagiani, psicóloga sobre stress e qualidade de vida. Além de dicas sobre saúde, moda, beleza, estética, qualidade de vida e orientações para ser feliz com Jane Barbosa
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Dicas para evitar dores musculares
Para entender bem o que são dores musculares, a médica Julia Greve, fisiatra e professora da Faculdade de Medicina da USP, diz ser necessária a distinção fundamental entre as dores agudas e as crônicas. “O músculo é o órgão que protege a articulação. Cada vez que essa articulação é submetida a esforços, seja por traumas (pancadas ou batidas, por exemplo) seja por excesso físico, ele fica mais tenso, aumentando a intensidade da contração na região próxima à articulação, o que serve para protegê-la e, assim, ajudar na recuperação.”
Quando a musculatura está contraída, pode haver a diminuição da circulação e diminuição do pH no local acometido, que são acompanhados por uma série de outras alterações locais e caracterizam um processo agudo que provoca dor. Para melhorar esse quadro, as medidas são relativamente simples: repouso da parte afetada, uso de relaxantes musculares, massagens ou banhos quentes. “Basicamente, é preciso relaxar e diminuir a pressão ou o esforço sobre a parte afetada”, ensina a médica fisiatra.
Cuidado com a postura errada
As dores musculares que vêm do mau uso do corpo ou de posturas erradas, no entanto, são mais complicadas. A manutenção das más posturas por longos períodos pode gerar uma dor crônica. “O indivíduo que faz movimentos repetitivos sem prestar atenção na forma como está usando o corpo é o que mais sofre com isso. Elas não são exatamente dores musculares, seriam mais um termômetro da forma como esse corpo é usado, ou seja, mesmo as tarefas do dia a dia nesse caso podem sobrecarregar os músculos gerando dor crônica”, explica a fisiatra.
E elas acontecem mais frequentemente do que pensamos. As mais comuns nesses quadros são as dores do lado do pescoço, quadril e lombar. Outra causa também pode ser o hipotireoidismo, que costuma atacar mulheres que se avizinham da menopausa, gerando dores musculares e fadiga crônica. Carência de vitamina D por falta de exposição ao sol ou até o uso exagerado do filtro solar também está na lista de vilões.
Para combater a dor crônica, o primeiro passo é prestar atenção no corpo, na postura e na forma de realizar os movimentos. Fundamental mesmo é o exercício físico, pois uma musculatura mais forte pode proteger até quem passa horas diante de um computador sem atentar aos defeitos posturais. Alongamento e exercícios de flexibilidade ao lado dos de força também são recomendados.
Bom sono é essencial
“Durante o sono, o metabolismo celular baixa e a musculatura relaxa completamente, dando tempo para que as estruturas se restabeleçam. Quem não tem repouso adequado já começa cansado, e o quadro de dor vai piorar durante o dia”, alerta a Dra. Julia. Outra dica é a avaliação de eventuais carências hormonais ou nutricionais que podem piorar ou até ocasionar a situação.
Importante
• Procure repousar bem, com horas suficientes de sono, e atenção ao travesseiro e ao colchão.
• Faça exercícios físicos sempre, muito atenta à postura e sem esquecer de se alongar.
• Se você abusou ou se machucou, nada de forçar os músculos. Descanse a parte afetada e respeite as ordens médicas.
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Exagerou? Reponha a energia
Quem dormiu menos horas do que estava acostumada ou se excedeu na comida ou na ginástica pelo menos uma vez na vida já deve ter percebido o quanto o rendimento despenca no dia seguinte. Isso sem falar nos bocejos constantes, no desânimo e na dificuldade de concentração. “Isso acontece porque o funcionamento do organismo foi alterado”, resume o endocrinologista Felipe Gaia Duarte, consultor do laboratório SalomãoZoppi Diagnósticos e membro do serviço de endocrinologia oncológica do Hospital A.C. Camargo.
Segundo ele, dormir bem é essencial para quem deseja esbanjar disposição física e mental. A explicação é que é durante o sono que o corpo repõe as energias gastas ao longo do dia, organiza o aprendizado, armazena as informações no cérebro e libera o hormônio de crescimento, que é responsável pela renovação celular. “É por essa razão que quem abre mão do sono frequentemente para trabalhar até mais tarde ou ir para a balada, por exemplo, está sujeito a ter uma fadiga mental que pode, inclusive, acabar prejudicando o desempenho profissional”, alerta o médico.
A alimentação é outra que interfere diretamente na sua energia
“Comer pratos ricos em gordura ou açúcar e exagerar na quantidade dificulta a digestão e, consequentemente, exige mais do organismo para realizar esse processo. Daí a explicação para ficarmos sonolentos depois de devorar uma feijoada”, diz o endocrinologista. O mesmo pode acontecer se você extrapolar na ginástica. Nesse caso, o motivo é que o esforço físico em excesso interfere na imunidade, dando abertura para os micro-organismos agirem, o que pode resultar numa gripe. Daí, a queda na energia é certa!
Para que nada abale sua disposição, o médico conta que você só precisa ficar atenta a alguns pequenos detalhes no dia a dia, como: respeitar os limites do seu corpo, especialmente na ginástica; ir para a cama sempre no mesmo horário, inclusive nos fins de semana; evitar ingerir alimentos pesados e bebidas alcoólicas ou com cafeína após as 20 horas; não levar trabalho para casa; aproveitar os dias de folga e as horas vagas para fazer coisas agradáveis e relaxantes; dar preferência para frutas, verduras, legumes e carnes magras e comer pequenas porções a cada três ou quatro horas.
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
O que é Qualidade de vida?
Qualidade de vida é o método usado para medir as condições de vida de um ser humano, esse método envolve o bem físico, mental, psicológico e emocional, relacionamentos sociais, como família e amigos e também saúde, educação e outras circunstâncias da vida.
A Qualidade de Vida é medida pela Organização Mundial da Saúde, que desenvolveu um questionário para aferir a qualidade de vida. Esse questionário é composto por seis domínios: o físico, o psicológico, o do nível de independência, o das relações sociais, o do meio ambiente e o dos aspectos religiosos.
O IDH - Índice de Desenvolvimento Humano é um modo de medir a qualidade de vida nos países, comparando riqueza, alfabetização, educação, esperança média de vida, natalidade e outros fatores, é uma maneira de avaliação e medida do bem-estar de uma população.
Qualidade de vida foi um conceito criado pelo economista J.K. Galbraith, em 1958, que veicula uma visão diferente das prioridades e efeitos dos objetivos econômicos de tipo quantitativo. De acordo com este conceito, as metas político-econômicas e sociais não deveriam ser perspetivadas tanto em termos de crescimento econômico quantitativo e de crescimento material do nível de vida, mas sim de melhoria em termos qualitativos das condições de vida dos homens. Isso só seria possível através de um melhor desenvolvimento de infraestrutura social, ligado à supressão das disparidades, tanto regionais como sociais, à defesa e conservação do meio ambiente, etc.
Geralmente, saúde e qualidade de vida são dois temas muito relacionados, uma vez que a saúde contribui para melhorar a qualidade de vida dos indivíduos e esta é fundamental para que um indivíduo ou comunidade tenha saúde. Mas, não significa apenas saúde física e mental, mas sim que essas pessoas estejam bem consigo mesmo, com a vida, com as pessoas que os cercam, enfim, ter qualidade de vida é estar em equilíbrio.
Para garantir uma boa qualidade de vida, deve-se ter hábitos saudáveis, cuidar bem do corpo, ter uma alimentação equilibrada, relacionamentos saudáveis, ter tempo para lazer e vários outros hábitos que façam o indivíduo se sentir bem, que tragam boas consequências, como usar o humor para lidar com situações de stress, definir objetivos de vida e fazem com que a pessoa sinta que tem controle sobre sua própria vida.
Qualidade de vida é diferente de padrão de vida, e muitas pessoas confundem os termos. Padrão de vida é uma medida que quantifica a qualidade e quantidade de bens e serviços disponíveis.
A Qualidade de Vida é medida pela Organização Mundial da Saúde, que desenvolveu um questionário para aferir a qualidade de vida. Esse questionário é composto por seis domínios: o físico, o psicológico, o do nível de independência, o das relações sociais, o do meio ambiente e o dos aspectos religiosos.
O IDH - Índice de Desenvolvimento Humano é um modo de medir a qualidade de vida nos países, comparando riqueza, alfabetização, educação, esperança média de vida, natalidade e outros fatores, é uma maneira de avaliação e medida do bem-estar de uma população.
Qualidade de vida foi um conceito criado pelo economista J.K. Galbraith, em 1958, que veicula uma visão diferente das prioridades e efeitos dos objetivos econômicos de tipo quantitativo. De acordo com este conceito, as metas político-econômicas e sociais não deveriam ser perspetivadas tanto em termos de crescimento econômico quantitativo e de crescimento material do nível de vida, mas sim de melhoria em termos qualitativos das condições de vida dos homens. Isso só seria possível através de um melhor desenvolvimento de infraestrutura social, ligado à supressão das disparidades, tanto regionais como sociais, à defesa e conservação do meio ambiente, etc.
Geralmente, saúde e qualidade de vida são dois temas muito relacionados, uma vez que a saúde contribui para melhorar a qualidade de vida dos indivíduos e esta é fundamental para que um indivíduo ou comunidade tenha saúde. Mas, não significa apenas saúde física e mental, mas sim que essas pessoas estejam bem consigo mesmo, com a vida, com as pessoas que os cercam, enfim, ter qualidade de vida é estar em equilíbrio.
Para garantir uma boa qualidade de vida, deve-se ter hábitos saudáveis, cuidar bem do corpo, ter uma alimentação equilibrada, relacionamentos saudáveis, ter tempo para lazer e vários outros hábitos que façam o indivíduo se sentir bem, que tragam boas consequências, como usar o humor para lidar com situações de stress, definir objetivos de vida e fazem com que a pessoa sinta que tem controle sobre sua própria vida.
Qualidade de vida é diferente de padrão de vida, e muitas pessoas confundem os termos. Padrão de vida é uma medida que quantifica a qualidade e quantidade de bens e serviços disponíveis.
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Internet: até onde vai a liberdade?
Se você já passou dos 30, provavelmente se lembra de uma infância bem diferente da que presenciamos hoje. Naquela época se brincava até tarde com a molecada na rua ou no parque, até ouvir os gritos da mãe chamando... Nada de computadores, tablets e celulares. A vida era mais simples, mas não necessariamente melhor ou pior. A internet é fascinante, um novo mundo que se abre ao nosso alcance, sem precisar sair de casa, imagine aos olhos de uma criança! Se bem usada, é uma ferramenta extraordinária, mas até onde essa liberdade pode ir? “A partir do momento em que a família decide presentear o filho com um equipamento tecnológico, deve estar ciente dos riscos que isso pode ocasionar, mas também da maneira como orientar e auxiliá-lo”, explica Sula de Borba, psicóloga especialista em infância e adolescência, em Camboriú, SC.
Estabeleça limites
Crianças e adolescentes precisam de limites, na web não é diferente. “Os pais devem controlar a internet e evitar que ela controle seus filhos, defina suas rotinas ou influencie suas atitudes. Começar estabelecendo horários de acesso diariamente é uma forma eficaz de evitar a dependência perante a rede. A instalação de programas antivírus e conteúdos adequados com a idade de seus filhos também diminui o risco de envolvimento pela internet”, orienta a psicóloga.
Converse bastante
Mantenha sempre o diálogo aberto em casa, oriente seu filho sobre os perigos que ele pode encontrar no ambiente virtual, ensine-o a se proteger e mantenha a vigilância. Conhecer as senhas de redes sociais e e-mails dos filhos é uma questão de segurança, e elas devem ser usadas apenas quando julgar necessário. Quando seu filho sai, você não pergunta com quem vai sair, onde vai e a que horas volta?
Entretanto, muitos adolescentes não aceitam o controle dos pais, e a senha vira uma fonte de desavenças. “O grau de confiança dos pais em relação aos filhos depende exclusivamente da segurança com que estes agem frente à tecnologia. Ou seja, se seu filho age corretamente, estipula seus próprios horários e percebe as influências exercidas pela internet, ele está apto a frequentá-la de maneira saudável, sem que os pais precisem intervir nessa relação, não necessitando do controle das senhas. Caso contrário, é necessário um bom diálogo, em que os riscos deverão ser mostrados e a tolerância deverá ser respeitada em ambos os lados, até que se chegue a um acordo”, opina Sula.
Cuidado nas redes sociais
É cada vez mais comum o acesso às redes sociais por crianças. Aparentemente algo inofensivo, mas que exige atenção redobrada. Converse com seu filho e oriente-o sobre os perigos para ele e toda a família. Os mesmos cuidados que temos no dia a dia devem ser adotados na internet. A psicóloga adverte que pequenas ferramentas, como identificar os lugares frequentados, pessoas com quem seu filho mantém contato e opções que ele “curte” podem ser chamariz para bandidos. “Ensine-o a evitar a exposição excessiva nas redes sociais, adicionando e mantendo contato apenas com pessoas próximas e restringir ao máximo o acesso às fotos e informações pessoais”.
Conheça seus amigos
O cyberbullying é cada vez mais comum, especialmente entre adolescentes. Conhecer bem os relacionamentos dos filhos e manter um diálogo aberto, ensinando-o a se portar corretamente no mundo virtual ajuda a evitar essa situação. “A internet é um ambiente virtual onde o indivíduo pode assumir diferentes papéis e consequentemente diferentes identidades. Essa passagem de um ambiente para o outro pode ocasionar uma mudança no comportamento emocional.
Sendo assim, a internet pode abrir um campo de oportunidades a ele, e a escolha de alguns caminhos, sejam eles bons ou ruins”, diz a psicóloga. Ensine seu filho desde cedo a pôr-se no lugar do outro, a não fazer com os outros o que não gostaria que fizessem com ele. E fique atenta a mudanças de comportamento como isolamento, crises de choro e reações exageradas de raiva, que podem ser sinal de que algo está errado.
Atualize-se
Não é raro os filhos conhecerem mais do mundo virtual do que os próprios pais. Mesmo que essa não seja a sua “praia”, mantenha-se atualizada e conheça o ambiente em que ele está inserido.
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Cuidados com a pele depois dos 40
Essa é para quem está próximo ou já chegou ao time dos ‘enta’: depois dos 40 anos a pele entrega – dedo-dura mesmo! – quem é que se protegeu ou abusou do sol ao longo da vida, se preocupou em remover a maquiagem antes de dormir, fumou, usou cosméticos adequados e até se alimentou direito. “É que todos esses fatores, além da genética, contribuem para que o rosto fique mais ou menos manchado e flácido com o passar do tempo”, explica a dermatologista Ana Carolina Amaral, professora do setor de cosmiatria da pós-graduação da Santa Casa da Misericórdia.
Se já não bastasse isso, após os 40 anos a mulher ainda tem que encarar o climatério, período que antecede a menopausa e que tem como marca registrada as alterações hormonais – nos consultórios dermatológicos isso é traduzido por perda da elasticidade da pele, ressecamento e surgimento de manchas e rugas.
Soluções à vista
Apesar desse cenário, não é preciso jogar a toalha. É que a indústria de beleza lança, diariamente, cosméticos e ativos que vão justamente contra essa corrente, ou seja, estimulam e regeneram as fibras de sustentação da pele, devolvem o brilho e clareiam as marcas escuras. Além disso, há os nutricosméticos, que combatem os radicais livres e auxiliam na produção de colágeno e elastina com um mix de vitamina C, luteína, entre outros antioxidantes.
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